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Opinião a gente respeita: Leitor mostra que conhece significado das palavras

Opinião leitorPara quem acha que os leitores recebem as informações pelos jornais e aceitam a interpretação do jornalista ou o discurso do governante, fica aqui a opinião do leitor, publicada dias atrás na Folha de S. Paulo. O leitor mostrou que conhece o significado das palavras.

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Opinião a gente respeita. No pós-Copa, leitor volta a pensar mais na saúde e menos no futebol

Carta FSPApós o frenesi por causa da realização da Copa do Mundo no Brasil em 2014 e por causa da imensa exposição que a mídia deu ao evento, os brasileiros começaram a dar atenção novamente para os temas do cotidiano, como segurança, saúde e educação, entre outros assuntos.

Uma das notícias que chamaram a atenção das pessoas foi o fechamento temporário do setor de pronto-socorro médico da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, o hospital mais antigo da cidade, aberto ao público em 1884. O setor realiza cerca de 1.500 atendimentos diários.

O hospital paulista tem orçamento anual de R$ 1,3 bilhão, dívidas acumuladas de R$ 350 milhões, 2.510 leitos e 18.000 funcionários. Ao ano, realiza 3,5 milhões de atendimentos médicos e 6,0 milhões de exames. No Brasil, há 383 Santas Casas, com uma dívida total acumulada de R$ 15 bilhões.

Os leitores avaliam que a mídia dá mais espaço ao novo técnico da seleção do que à crise no importante hosítal paulista. E que o dinheiro público deveria ir prioritariamente para hospitais, e não apra estádios de futebol.

Opinião a gente respeita: Leitor critica falta de foco na defesa dos direitos humanos

Opinião11O leitor, quando comenta, raramente erra o alvo. Para expor a opinião publicamente, costuma pensar muito antes.

Na Folha de S.Paulo, dia 2 de junho, os três que escreveram sobre recente reportagem que mostrou superlotação em cadeias recentemente construídas e inauguradas foram certeiros.

Vale complementar: a redução ou o aumento da violência tem relação – maior ou menor – com diversos fatores, todos dependentes em algum grau com a eficiência de políticas públicas.

Entre os principais fatores que impactam na oscilação dos índices de violência, estão a melhoria do sistema educacional, a eficácia das polícias e do sistema judiciário nacional, o desempenho da economia e a redução da taxa de emprego.

Opinião12Enquanto a impunidade continua elevada e a qualidade da educação muito ruim, a economia brasileira mostra desempenho relativamente satisfatório nos últimos dez anos – tanto que as taxas de emprego melhoraram e o país convive, há algum tempo, com o que os economistas chamam de pleno emprego.

No entanto, as taxas da maioria dos crimes cresceram no último ano.

Opinião a gente respeita. Leitor aceita ampliar consumo, desde que impostos diminuam

Carta FSP 27nov11 Dias atrás, diante do risco de a economia brasileira perder velocidade por causa da crise econômica internacional, que faz as autoridades governamentais dos países desenvolvidos apertarem cada vez mais os cintos, a presidente da República lembrou o ex-presidente da República e pediu que os brasileiros não deixem de consumir. O leitor topou. No entanto, quer contra-partida. Pediu menos impostos. Não suporta mais pagar uma das mais elevadas taxas tributárias no mundo e receber um dos mais desqualificados serviços públicos do planeta. Faz sentido.

Leitor fica na dúvida: é para beber ou não?

carta Valor Opinião a gente respeita e, entre um gole e outro, muitas vezes concorda. Quem costuma se informar tem todo o direito de ficar na dúvida. De um lado, muitas mensagens da turma da publicidade mandando encher e esvaziar o copo sem culpa. Do outro, as autoridades ameaçando aqueles que bebem e depois dirigem.

É claro que o poder público não manda ninguém parar de beber – apenas determina que fica proibido dirigir depois de beber. Afinal, a arrecadação tributária sobre as bebidas alcóolicas estão entre as maiores taxas entre todos os produtos tributáveis no país.

Então, fica combinado. As autoridades ameaçam e punem quem beber e dirigir, a publicidade incentiva a beber e o bebedor paga o imposto e depois gasta o dobro da conta do bar com o táxi para poder voltar para casa – mesmo que more no quarteirão seguinte. Assim, ninguém atropela e nem é atropelado.

Opinião a gente respeita: você é contra ou a favor de estender o aviso prévio de 30 para 90 dias?

Cartas FSP Duas pessoas mandaram cartas ou e-mails para a Folha de S.Paulo, publicadas no dia 14 de outubro, com opiniões divergentes a respeito de uma decisão dos congressistas brasileiros. Eles aprovaram lei que regulamenta, depois de 24 anos de atraso, as regras para o aviso prévio.

Antes, o empresário, ao demitir um funcionário sem justa causa, era obrigado a pagar o salário referente a um mês de trabalho, com a opção de exigir ou não que o empregado recém-demitido trabalhe no período. Na maioria das vezes, futuro desempregado recebe o dinheiro e é liberado de cumprir os 30 dias seguintes de labuta.

Agora, segundo os deputados e senadores, o patrão terá de pagar 90 dias como aviso prévio. É justo? Não é justo? Cada um tem um ponto de vista. Eu prefiro concordar com o Clóvis. Demissão é algo natural da vida, algo que pode acontecer, como bater o carro, pisar no cocô do cachorro, derrubar a lata de cerveja.

No entanto, apesar de discordar do Martin, que aprova a medida aprovada pelos representantes do povo, concordo com a idéia final dele. Seria ótimo sacar do valor das emendas que esses parlamentares têm direito o montante exato do prejuízo que eles causam à sociedade, seja por omissão de ação ou desvios. Além das emendas, que tal incluir nessa conta corrente o valor das verbas de gabinete, auxílio-paletó e outros paparicos mais?

Além disso, Vossas Excelências continuam a fazer caridade com o dinheiro alheio. Desta vez, novamente, com o dinheiro das empresas.

Por que há tanta reclamação de consumidores na Justiça? O leitor responde

opinião

O Café Expresso gosta da opinião de todos os leitores. De alguns deles, mais. De outros, menos.

Opinião maluca a gente respeita. Só isso. Opinião coerente, bem argumentada, a gente respeita e até concorda. Como essa, ao lado, publicada no jornal o Globo.

Os consumidores sofrem com a falta de comprometimento de algumas companhias com a qualidade de produtos, serviços e atendimento pós-venda.

É comum que, diante do valor irrisório da indenização envolvida no processo judicial, os advogados das empresas nem apareçam nas audiência agendadas, o que significa ganho de causa para quem reclama. Multas com valores mais altas poderiam ajudar a reverter problemas de baixa qualidade de produtos e serviços?

Saiba mais:

Veja a reportagem do jornal O Globo que suscitou a proposta do leitor.