O que os colunistas disseram de interessante nos últimos dias


“Os responsáveis pelas contratações têm um estereótipo do que seja uma liderança ou um funcionário ideal e o aplicam aos candidatos, sem jamais verbalizar a regra ou mesmo dar-se conta de que ela existe em suas cabeças. A constatação tem algo de sombrio. A mente humana discrimina da mesma forma que respiramos, isto é, sem nem perceber.” Hélio Schwartsman, jornalista, no artigo “Preconceito Invisível”, na Folha de S. Paulo, dia 22 de setembro, sobre relatório do Ministério do Trabalho mostrando que as mulheres ganham menos que os homens.

“Enfim. É a primeira coisa que se pode dizer sobre a decisão da Justiça de que na certidão de óbito de Vladimir Herzog deixe de constar a mentirosa informação de suicídio. O Brasil começou a mudar. Lenta e tardiamente.” Miriam Leitão, jornalista, no artigo “Ainda que Tardia”, em O Globo, dia 26 de setembro, sobre Vladimir Herzog, jornalista que, em 1975, compareceu ao Exército para prestar depoimento e, horas depois, estava morto.

“Em outras palavras, a facilidade com o qual eu me sinto ofendido revela que eu mesmo devo concordar, ao menos em parte, com a ofensa que recebi. Ou seja, a suscetibilidade muçulmana manifesta que deve existir, na alma muçulmana, um conflito entre o tradicionalismo religioso e uma aspiração à liberdade em suas manifestações modernas ocidentais.” Contardo Caligaris, psicanalista e colunista da Folha de S. Paulo, no artigo “Protestos muçulmanos”, no dia 27 de setembro, sobre as revoltas nos países muçulmanos após a publicação de um vídeo que ridiculariza esta religião.

“Muito mais além do que já houve ainda está para acontecer. Os ministros do Supremo vão discutir dura, detalhada e por vezes até asperamente todos os aspectos do processo, dos crimes imputados aos réus e das circunstâncias em que foram ou não cometidos, para mostrar as razões pelas quais condenam ou absolvem.” Dora Kramer, jornalista, no artigo “A Hora H”, no Estado de S. Paulo, dia 28 de setembro, sobre aqueles que se espantam com opiniões mais ríspidos entre integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) durante o julgamento do Mensalão.

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