Melhores frases: o que os jornalistas disseram de mais interessante na semana


Gaudêncio Torquato: “Não precisamos de mais leis, e sim fazer que os códigos existentes sejam rigorosamente aplicados. Lembrando o velho Montesquieu: ‘Quando vou a um país não examino se há boas leis, mas se são executadas as que há, pois há boas leis por toda parte’”. (O Estado de S.Paulo, dia 23 de janeiro, sobre tragédia na Região Serrana do Rio de Janeiro causada por enchentes e deslizamentos que já deixaram mais de 800 mortos)

Elio Gaspari: “A Prefeitura do Rio comprará um radar que custará US$ 2 milhões, mais R$ 400 mil para a instalação e R$ 25 mil mensais para a manutenção. Pelo que os governos federal e estaduais anunciam, vêm aí encomendas de centenas de milhões de dólares para se descobrir que em janeiro chove.” (Folha de S. Paulo, dia 23 de janeiro, sobre diversas medidas anunciadas por autoridades públicas após tragédias causadas pelas chuvas)

Carlos Alberto Sardenberg: “Quando o consumo em geral vai mais depressa que a produção local, isso dá em duas consequências: aumentam as importações e … os preços. Serviços, por exemplo, como cortar o cabelo, engraxar um sapato ou contratar um pedreiro para reformar o banheiro, itens que não podem ser importados, vão logo subindo de preço.” (O Estado de S. Paulo, dia 24 de janeiro, ensinando porque o aumento do juro é, sim, forma de conter os excessos do consumo e dos preços)

Carlos Heitor Cony: “Não é a produção, distribuição e consumo das drogas que criam um Estado dentro dos Estados. Proibidas, formam uma rede marginal que entra em permanente conflito contra a polícia e contra as próprias células de produção e distribuição. O consumo, embora prejudicial como o do fumo e do álcool, não é criminoso. Malefício por malefício, o fumo pode provocar câncer. O álcool afeta o comportamento social e causa doenças mortais, como a cirrose. Grande parte dos acidentes de trânsito e rixas pessoais na vida comum tem como causa o consumo exagerado do álcool. (Folha de S.Paulo, dia 27 de janeiro, após demissão de secretário do Ministério da Justiça que defendeu o fim da prisão para pequenos traficantes que traficam para sustentar o próprio vício)

Ricardo Melo: “Condenado a 21 anos, Edemar recorre da sentença em liberdade, depois de alguns meses na prisão. É duvidoso que volte para lá, uma vez que a Justiça nacional é pródiga em artifícios para quem é bem relacionado, tem dinheiro e contrata um bom advogado. Conhecendo-se o Brasil, ninguém se surpreenda se, em breve, Edemar reaparecer em grande estilo nas colunas sociais.” (Folha de S.Paulo, dia 28 de janeiro, após reportagem do diário mostrar detalhes do interior da luxuosa mansão do ex-banqueiro)

Fernando Rodrigues: “O auge do DEM (ainda como PFL) foi em 1998. Elegeu 105 deputados. Era o maior partido da Câmara. No ano passado, conquistou meras 43 cadeiras. Uma perda brutal de 59% em 12 anos.” (Folha de S.Paulo, dia 29 de janeiro, sobre os rachas internos dentro do partido Democratas, que escolhe novo líder dentro da Câmara dos Deputados dia 31 e novo presidente até abril.

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