Quando a notícia rompe mitos


O jornal O Estado de S. Paulo publicou no dia 5 de março uma reportagem de autoria do correspondente Jamil Chade, amparada em notícia divulgada pela agência francesa de notícias EFE, sobre um trabalho da ONU elaborado pela arquiteta brasileira Raquel Rolnik.

Esse relatório da ONU constata, para grande surpresa de muita gente, que grandes eventos esportivos, como Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, deixam também um legado de prejuízos para os países que os sediam. A Fifa, procurada por Rolnik na fase de elaboração do estudo, não quis se manifestar.Rolnik

O bom jornalismo demonstrado na reportagem está no simples fato de entregar ao leitor brasileiro um trabalho exclusivo, super atual e de extrema relevância e impacto social.

Se não houve muito trabalho para conseguir a notícia, o importante é que ela rompe mitos pré-estabelecidos e propagados por muitos. A notícia apresenta um outro lado sobre os impactos de um grande evento esportivo como os acima citados, dando oportunidade das pessoas tirarem as próprias conclusões e seguirem em uma linha de opinião.

Um dos ingredientes do bom jornalismo é exatamente apresentar argumentos distintos e às vezes contrários, é fazer pensar aqueles que o consome. A reportagem, mais do que apresentar uma história exclusiva, oferece novos argumentos e faz pensar.

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